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Empatia a brincar: 10 estações que mudaram um dia no Grupo Hoti Hotéis

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Empatia a brincar: 10 estações que mudaram um dia no Grupo Hoti Hotéis

Há dias em que a sala de formação precisa de deixar de parecer uma sala. Foi com essa convicção que aceitei o desafio do grupo Hoti Hotéis: criar uma experiência em que equipas inteiras pudessem treinar empatia sem o peso do "agora vamos falar de soft skills".

A resposta foi um caminho. Literalmente. Dez estações, dispostas em percurso, cada uma com um pequeno desafio, um objeto, um gesto, uma pergunta. Em vez de slides, mãos. Em vez de teoria, jogo. Plasticina, marcadores, autocolante, fitas, lãs, cores e música, foram as ferramentas.

Porquê o lado lúdico

Quando brincamos, baixamos as defesas. E é aí — só aí — que a empatia deixa de ser um conceito de manual e passa a ser uma experiência partilhada. O jogo dá-nos permissão para experimentar, errar, rir do erro e tentar outra vez. Coisa rara num contexto profissional.

Nas 10 estações, o objetivo nunca foi "ensinar empatia" (essa pretensão seria ingénua e inútil). O objetivo foi criar momentos onde a empatia acontecesse e se definisse entre colegas que partilham o dia-a-dia mas raramente se olham assim porque o tempo não o permite.

O que vi acontecer no momento

Adesão, diversão, entusiasmo e construção.

O que fica

A gamification não substitui a formação "à séria". Mas, bem desenhada, é uma das formas mais honestas que conheço de a tornar memorável. Porque o que se vive com o corpo e com o riso fica — e regressa, depois, ao posto de trabalho.

Obrigada à Hoti Hotéis pela confiança e pela vontade para fazer diferente. E um agradecimento especial pela dia da empatia ser dedicado a Leiria.

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